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União Europeia: Como maximizar os benefícios e minimizar os riscos da Iniciativa Faixa e Rota

Foi em setembro de 2013 que o presidente chinês Xi Jinping propôs o “Faixa Económica da Rota da Seda” (Silk Road Economic Belt, em inglês) e um mês depois, em outubro, a “Rota Marítima da Seda do Século 21” (21st-Century Maritime Silk Road, em inglês), referindo-se aos vestígios da Antiga Rota da Seda que remonta à Dinastia Han (206 a.C. – 220 d.C.) e constituía a rota privilegiada para os fluxos comerciais entre o Oriente e o Ocidente. A iniciativa atraiu considerável atenção da comunidade internacional desde o início e obteve uma resposta positiva por parte dos países envolvidos na mesma. Atualmente, a Iniciativa Faixa e Rota contempla o envolvimento direto de mais de 68 países com um total aproximado de 21 biliões de dólares, quase 75 por cento dos recursos energéticos existentes e uma população total de 4,4 mil milhões de pessoas. De acordo com a Comissão Nacional para o Desenvolvimento e Reforma da China, até 2018, 171 documentos foram assinados para cooperação com mais de 150 países e organizações internacionais no âmbito da Iniciativa Faixa e Rota. Várias cidades chinesas são conectadas, através de comboios, a 49 cidades em 15 países.

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Lorenzo Gagliano 05.07.2019

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