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O Estado tem de ser “de bem”, mas às vezes é dececionante

Nuno Domingues

A Provedora de Justiça confirma que dispararam os pedidos de ajuda e intervenção durante o estado de emergência. As telecomunicações e a escola, foram os principais problemas

Maria Lúcia Amaral, a Provedora de Justiça, não parou desde o inicio da pandemia. A lei do estado de emergência estipula que a provedoria funcione em sessão permanente durante essas situações extremas.

A provedora levou à letra a ideia de sessão permanente, que esteve todos os dias no gabinete da Provedoria de Justiça, em Lisboa. Ela e mais 10 elementos da equipa, que é composta por cerca de 100 pessoas, maioritariamente juristas.

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Nesse período, a provedoria foi inunda de pedidos de ajuda e esclarecimento, sobre uma realidade nova que também envolveu a relação dos cidadãos com estado, e com as empresas que prestam serviços essenciais.

“Estou a ali para resolver problemas e não para esclarecer dúvidas. Mas desta vez respondi”, revelou a provedora, numa entrevista à TSF.

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