CABO VERDE ÚNICO LUSÓFONO NO CAN 2015 - Plataforma Media

CABO VERDE ÚNICO LUSÓFONO NO CAN 2015

 

Os “Tubarões Azuis, serão os únicos representantes dos países africanos de língua portuguesa a participarem na Taça das Nações Africanas (CAN) em futebol.

Na derradeira ronda de qualificação da Taça das Nações Africanas (CAN) de futebol Moçambique, realizada na quarta-feira, Moçambique perdeu a oportunidade de participar na competição, que se vai disputar na Guiné Equatorial, em janeiro.

Os “Mambas”, que empataram (1-1) em casa do Níger, terminaram com seis pontos no Grupo F, num terceiro lugar inelegível por via da melhor pontuação, e a seis pontos de Cabo Verde, primeiro classificado (12 pontos), que foi derrotado na Zâmbia (segundo), por um golo sem resposta.

Nos países lusófonos, além de Moçambique, também Angola ficou de fora, deixando Cabo Verde como único representante com esse estatuto na competição.

Angola, já afastada na penúltima jornada, empatou hoje no Burkina Faso, com um golo de Djalma, ex-jogador do FC Porto, e terminou no terceiro lugar do Grupo C, ganho pelo Gabão, seleção treinada pelo português Jorge Costa, que bateu o Lesoto por 4-2 e ultrapassou os adversários dos angolanos, embora também apurados.

Vicent Aboubakar, do FC Porto, e Edgard Salli, da Académica de Coimbra, foram titulares pelos Camarões, já apurado, no empate no terreno da Costa de Marfim, que valeu a qualificação dos anfitriões.

Também anteriormente apurada, a Argélia, com Slimani (Sporting) a titular e Brahimi (FC Porto) no banco, perdeu no Mali, por 2-0, desfecho que permitiu aos anfitriões qualificarem-se através do segundo posto.

Seleções apuradas para a fase final da prova as seguintes seleções: África do Sul, Congo, Argélia, Mali, Burkina Faso, Gabão, Camarões, Costa de Marfim, Gana, Guiné Conacri, Cabo Verde, Zâmbia, Tunísa, Senegal, RD Congo (melhor terceiro classificado) e a Guiné Equatorial, enquanto anfitriã da prova.

O sorteio da fase final da CAN 2015 terá lugar no dia 3 de dezembro, em Malabo, capital do país organizador, anunciado como tal no início da semana, por decisão da Confederação Africana de Futebol, após a renúncia de Marrocos, que tinha solicitado um adiamento, alegando razões sanitárias devido ao surto de ébola que assola alguns países da região.

 

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