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DILMA E DOS SANTOS AUSENTES DE DÍLI

 

Os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e de Angola, José Eduardo dos Santos, vão estar ausentes da cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que se realiza no dia 23 de julho em Díli, anunciou o governo timorense.

“O Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, e a Presidente do Brasil, Dilma Roussef, vão estar ausentes da cimeira” de chefes de Estado e de Governo, anunciou em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense. O chefe de Estado angolano vai ser representando pelo vice-presidente, Manuel Domingos Vicente, e a Presidente brasileira pelo ministro de Estado das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, refere o comunicado.

Com presença já confirmada para a cimeira de chefe de Estado e de Governo estão os presidentes de Moçambique, Armando Guebuza, e de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, que chegam a Timor-Leste no dia 22, bem como o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho.

 

OBIANG QUASE DUAS SEMANAS EM TIMOR-LESTE

Timor-Leste assume a presidência da CPLP durante a cimeira de chefes de Estado e de Governo dedicada ao tema “CPLP e a Globalização”, que se vai realizar no dia 23 em Díli, e que deverá ficar marcada pela entrada da Guiné Equatorial.O Presidente da Guiné Equatorial, cujo Presidente, Teodoro Obiang, chegou na quinta-feira (17) a Díli e ali vai permanecer até dia 29. “O Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, é o primeiro Chefe de Estado a chegar a Timor-Leste para a X Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)”, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense, em comunicado.

Segundo o documento, Teodoro Obiang viaja acompanhado por uma delegação de 82 pessoas, incluindo a primeira-dama da Guiné Equatorial, Constância Mangue de Obiang. Em Fevereiro, os chefes da diplomacia da CPLP decidiram recomendar por unanimidade a adesão da Guiné Equatorial à organização, que será decidida durante a cimeira de chefes de Estado e de Governo. A entrada da Guiné Equatorial tem sido fortemente contestada por várias organizações da sociedade civil, que acusam o governo de Obiang de vários atentados aos direitos humanos e à liberdade no país.

Dedicada ao tema “CPLP e a Globalização”, a cimeira assinala o primeiro alargamento e o regresso da Guiné-Bissau à organização, após a suspensão decretada na sequência do golpe de Estado de 2012.

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