Visitantes ficam mais tempo em Macau

Permanência dos visitantes em alojamento local aumentou face a 2019. A taxa de ocupação ainda está aquém do período pré-pandémico, mas há mais turistas a optar por opções de baixo custo

por Nelson Moura
Guilherme Rego*

O período de permanência dos hóspedes no primeiro ano pós-pandemia fixou-se em 1.7 dias, segundo a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC). Ligeiramente acima dos 1.5 registados no ano de 2019.

Os estabelecimentos hoteleiros que mais contribuiram para esta subida foram os hotéis de cinco estrelas (1.8) e os que menos contribuiram foram os hotéis de duas estrelas (1.3).

Relativamente à taxa de ocupação destes estabelecimentos, ainda se encontra abaixo do observado no período pré-pandémico. De janeiro a dezembro, a taxa de ocupação geral fixou-se em 81,5 por cento, contra 90,8 por cento em 2019.

Os hotéis de duas estrelas tiveram a maior taxa de ocupação, com 85,1 por cento, seguidos dos hotéis de cinco estrelas, com 81,5 por cento. De salientar que o número de quartos disponíveis aumentou consideravelmente de 2019 para 2023, passando de 38.300 para 46.600, ou seja, mais 8.300 vagas.

Macau procura recuperar o volume turístico pré-pandémico, tendo conseguido mais de 28.2 milhões de visitantes em 2023 – 72 por cento dos mais de 39 milhões em 2019. Para 2024, as autoridades já definiram o objetivo: 33 milhões de visitantes, ou seja, 84 por cento do registo pré-pandémico.

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