A reunião durou cerca de quatro horas, com intervenções, maioritariamente, dos críticos internos. Embora tenham notado divergências quanto à estratégia, elogiaram a decisão final de Pedro Nuno Santos. Foi o caso de José Luís Carneiro, Fernando Medina ou Maria de Belém.
À saída do Largo do Rato, já perto das 02h00, o presidente do PS, Carlos César, foi o único que prestou declarações aos jornalistas. Admitiu que a viabilização do Orçamento “custa”, mas o partido pensou, primeiro, no país.
“Custa-nos viabilizar este Orçamento? Claro que nos custa. Nós não gostamos deste Orçamento, não confiamos neste Governo. Mas entendemos que primeiro está o país e não pode haver uma situação de paralisia na administração”, apontou.
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