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Redes sociais servem para mercado negro do tabaco

É um mercado altamente lucrativo que está cada vez mais a aproveitar o anonimato das redes sociais para se expandir e alimentar o circuito do contrabando de tabaco. Todos os anos, os cofres do Estado são lesados em mais de cem milhões de euros. Mas as autoridades estão atentas e nos últimos cinco anos a GNR apreendeu perto de 40 milhões de euros de tabaco ilegal. A vigilância está agora também virada para os contrabandistas virtuais como forma de chegar aos traficantes reais.

Nesta altura, é já evidente para os militares da Unidade de Ação Fiscal (UAF) da GNR que o mercado negro do tabaco está a migrar para as redes sociais. Com uma simples pesquisa, é possível encontrar dezenas de páginas ou grupos fechados que promovem a venda de folha de tabaco já trituradas, mas também de maços de cigarros contrafeitos ou ilegalmente importados.

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