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“O mercado não vai conseguir oferecer empregos ideais a todos os alunos de português”

Patrícia Jin, da Faculdade de Estudos Hispânicos e Portugueses da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim, reconhece que a competição será cada vez mais feroz, mas não se mostra preocupada, pelo menos por enquanto. A taxa de empregabilidade dos alunos formados em português, garante, tem sido de 100 por cento. E por isso está prevista a abertura de mais uma turma na licenciatura. Sobre a liberdade académica, a diretora do Departamento de Estudos Portugueses da faculdade responde que todas as universidades têm administrações e que os regulamentos são “indispensáveis” ao bom funcionamento”. Mas isso, ressalva, não é “necessariamente oposto à liberdade académica”. Jin explicou ao PLATAFORMA como vai funcionar a primeira faculdade dedicada à Língua Portuguesa na China continental.

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Catarina Brites Soares 14.06.2019

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