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PIB cai

De acordo com a Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 13,3%, em termos reais, devido “principalmente à contínua diminuição nas exportações de serviços e à redução do investimento”.

A procura externa “não melhorou”, registando-se, entre janeiro e março, descidas de 24,6% nas exportações de bens e de 13,7% nas de serviços – com destaque para a quebra de 17,1% nas de serviços do jogo – e a procura interna “enfraqueceu”, verificando-se decréscimos de 2,3%, de 31,4% e de 19,9%, respetivamente, na despesa de consumo privado, no investimento e nas importações de bens.

A despesa de consumo final do Governo foi o único principal componente da despesa que registou um crescimento positivo – aumentou 1,5% em relação ao primeiro trimestre de 2015.

Apesar de o mercado de emprego ter permanecido favorável, como refere a DSEC em comunicado, “o rendimento do emprego não aumentou, arrastando o decréscimo homólogo de 2,3% na despesa de consumo privado, em particular a queda da despesa em bens duradouros”. A despesa de consumo final das famílias diminuiu 2,3% no mercado local, e aumentou 3,9% no exterior.

A formação bruta de capital fixo (que reflete o investimento) teve uma quebra notória “em consequência da diminuição substancial do investimento do sector privado” – o qual sofreu uma quebra de um terço (33%) – “quer devido à desaceleração do ritmo de construção das instalações de turismo e entretenimento de grande dimensão, quer em virtude da elevação da base de comparação com o volume de construção do ano passado”.

A DSEC releva ainda, neste capítulo, “as descidas de 35% nos investimentos em construção e de 18,9% em equipamento do setor privado”.

Já o investimento do setor público desceu 5,5%, com uma redução de 6,5% no investimento em construção, mas um aumento de 91,1% no investimento em equipamento.

O PIB de Macau alcançou 84.260 milhões de patacas (9.450 milhões de euros) no primeiro trimestre do ano.

Nos primeiros três meses do ano, o deflator implícito do PIB, que mede a inflação global, ascendeu 1,9% em termos anuais.

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