“Transformámos este avião numa verdadeira Casa Branca voadora”, afirmou Trump, sublinhando o nível de conforto e de equipamento do aparelho. O presidente confirmou que a primeira deslocação oficial no novo avião terá lugar em julho, quando viajar para a Turquia para a cimeira da NATO. Antes disso, o avião deverá ainda realizar um sobrevoo durante as celebrações do 4 de julho.
Segundo Trump, a recente viagem de regresso de França, após a cimeira do G7, marcou a última utilização do atual Air Force One. O Boeing oferecido pelo Catar funcionará como solução transitória enquanto não são entregues os novos aviões presidenciais encomendados à Boeing, cuja chegada está prevista apenas para 2028.
A aceitação do aparelho, formalizada em 2025, gerou controvérsia nos Estados Unidos, levantando questões éticas e legais sobre a receção de um bem de elevado valor por parte de um governo estrangeiro. Trump tem rejeitado essas críticas e garantido que não utilizará o avião depois de deixar a presidência, admitindo que este possa vir a integrar uma futura biblioteca presidencial.
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Em comunicado, a Força Aérea norte-americana assegurou que o avião cumpriu “exigências rigorosas de segurança”, explicando que foi alvo de modificações técnicas que privilegiaram capacidades operacionais essenciais. Em avaliações anteriores, os custos dessas adaptações foram estimados em menos de 400 milhões de dólares.
Um porta-voz da Força Aérea explicou ainda que os atuais aviões presidenciais, conhecidos como VC-25A, continuarão operacionais até à chegada dos novos Boeing. Tanto esses aparelhos como o avião oferecido pelo Catar ficarão disponíveis, cabendo ao grupo responsável pelo transporte presidencial decidir qual utilizar em cada missão, de acordo com as necessidades operacionais.