A medida integra um pacote de 20 iniciativas recentemente apresentado pela Administração Geral das Alfândegas para apoiar o desenvolvimento da Grande Baía, um aglomerado urbano de classe mundial que reúne as regiões administrativas especiais de Hong Kong e Macau com nove cidades do interior da província de Guangdong, incluindo Guangzhou, Shenzhen e Zhuhai.
Atualmente, os dados comerciais das cidades do interior da região, de Hong Kong e de Macau são compilados separadamente sob sistemas estatísticos diferentes, o que dificulta a obtenção de valores agregados para a região através de simples soma direta.
As autoridades aduaneiras do interior da China vão trabalhar com os seus homólogos de Hong Kong e Macau para estudar e compilar dados agregados sobre o comércio de bens da Grande Baía e divulgá-los oportunamente, afirmou o responsável da Administração Geral das Alfândegas, Lin Shaobin.
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Os dados permitirão uma análise mais precisa das tendências e da estrutura comercial da região, ao mesmo tempo que darão ao público uma imagem mais completa do seu desempenho económico, segundo Lin.
A Grande Baía, um dos polos económicos mais abertos e dinâmicos da China, tem revelado forte resiliência e vitalidade no comércio externo.
Nos primeiros quatro meses deste ano, as importações e exportações das nove cidades do interior da região aumentaram 18.4% em termos homólogos, para 3,4 biliões de yuan (cerca de 430 mil milhões de euros), contribuindo com cerca de um quarto para o crescimento global do comércio externo do país.