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Macau e Grande Baía unem esforços para captar negócios de alta tecnologia

Macau, Guangdong e Hong Kong reforçaram a promoção conjunta de investimento tecnológico junto de empresas do Delta do Rio Yangtze, com foco nos setores dos semicondutores e circuitos integrados, considerados estratégicos para o desenvolvimento económico regional

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A Direcção dos Serviços do Comércio da Província de Guangdong, o Invest Hong Kong (InvestHK) e o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento da RAEM (IPIM) organizaram, no passado dia 8 de maio, em Suzhou, a “Sessão de Intercâmbio para a Cooperação Económica e Comercial entre a Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e o Delta do Rio Yangtze”, dedicada às indústrias de semicondutores e circuitos integrados.

A iniciativa teve como objetivo promover a captação de negócios e investimento para a Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, apoiar o desenvolvimento de alta qualidade das indústrias regionais e apresentar as vantagens competitivas e políticas de investimento da região. A sessão contou com a participação de cerca de 120 representantes de empresas tecnológicas e instituições de investigação científica do Delta do Rio Yangtze.

Durante a sessão, o subdiretor da Direção dos Serviços do Comércio da Província de Guangdong, Zhu Xiaojun, a comissária-adjunta para o Desenvolvimento da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau do Constitutional and Mainland Affairs Bureau de Hong Kong, Cathy Li King Tsz, e o vogal do Conselho de Administração do IPIM, Leong Wa Fong, apresentaram as vantagens de desenvolvimento e as políticas de investimento da Grande Baía.

Leong Wa Fong destacou junto das empresas participantes as vantagens institucionais de Macau e as políticas de apoio ao desenvolvimento das indústrias de alta tecnologia. O responsável afirmou ainda que Macau e a província de Jiangsu irão continuar a aprofundar a cooperação, aproveitando as políticas complementares da Grande Baía e do Delta do Rio Yangtze.

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O representante do IPIM convidou também as empresas de semicondutores e circuitos integrados de Jiangsu a utilizarem Macau como plataforma para aceder a recursos e mercados internacionais.

No mesmo dia, realizaram-se várias atividades paralelas em Guangdong, Hong Kong e Macau, incluindo uma sessão de diálogo com empresas da área biomédica, encontros dedicados às indústrias de semicondutores e circuitos integrados e visitas empresariais de promoção de investimento.

Estas iniciativas procuraram apresentar às empresas e instituições do Delta do Rio Yangtze o ambiente de negócios e as políticas de apoio industrial disponíveis em Guangdong, Hong Kong e Macau, promovendo simultaneamente contactos empresariais e a articulação industrial entre as duas regiões, segundo os organizadores.

Durante a deslocação a Xangai e Suzhou, representantes do IPIM visitaram oito instituições e empresas locais ligadas à inovação médica, fabrico inteligente de tecnologias ambientais, soluções digitais inteligentes, biofabricação, novas energias e fundos de investimento.

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O objetivo passou por divulgar junto destas entidades as vantagens comerciais de Macau e os mecanismos de apoio disponíveis para empresas interessadas em expandir operações. As partes trocaram opiniões sobre modelos de cooperação e estratégias de implementação de negócios.

Alguns representantes empresariais consideraram que as políticas favoráveis disponibilizadas por Guangdong, Hong Kong e Macau para apoiar a instalação de empresas, aliadas às vantagens institucionais e ao papel de plataforma internacional de Hong Kong e Macau, criam condições favoráveis para a expansão internacional das empresas e para o reforço da cooperação em investigação e desenvolvimento.

Algumas empresas manifestaram já interesse preliminar em utilizar Macau como plataforma para desenvolver negócios e expandir-se para mercados externos.

O IPIM garantiu que continuará a apostar na estratégia de “cooperação e captação de negócios”, trabalhando em articulação com outros serviços públicos e parceiros regionais para aprofundar a cooperação industrial e reforçar a integração regional.

A entidade pretende atrair mais projetos de investimento alinhados com a estratégia de desenvolvimento industrial de Macau, contribuindo para a diversificação adequada e sustentável da economia local.

O instituto afirmou ainda que continuará a disponibilizar melhores serviços e recursos de apoio às empresas, consolidando o papel de Macau como plataforma de cooperação regional e de intercâmbio internacional.

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