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Médio Oriente: China envia ajuda para aliviar “profundo desastre humanitário”

A China assegurou esta semana que “as atuais hostilidades provocaram um profundo desastre humanitário” nos países do Médio Oriente, aos quais propôs o envio de ajuda de emergência, transmitindo também solidariedade com as populações afetadas

Lusa - China

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Lin Jian declarou, em conferência de imprensa, que “a China tem sempre posto em prática o conceito de uma comunidade de futuro partilhado para a humanidade, defendendo o espírito do internacionalismo e do humanitarismo”.

Lin anunciou que o país “decidiu fornecer assistência humanitária de emergência ao Irão, à Jordânia, ao Líbano e ao Iraque, na esperança de que isto ajude a aliviar a difícil situação humanitária enfrentada pelas populações locais”, sem detalhar o alcance da ajuda.

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“A China vai continuar a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para promover a paz, facilitar o rápido restabelecimento da paz e da estabilidade regionais e evitar que a crise humanitária se agrave ainda mais”, acrescentou o porta-voz.

Lin respondia assim a uma pergunta sobre estimativas recentes da Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), que calculou em 3,2 milhões o número de pessoas deslocadas dentro do Irão devido ao atual conflito com Israel e os Estados Unidos.

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No Líbano, o conflito entre Israel e o movimento xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, causou o deslocamento forçado de mais de 600.000 pessoas, de acordo com o ACNUR.

A China, principal parceiro comercial de Teerão e maior comprador do seu petróleo, tem condenado repetidamente os ataques ao Irão por parte dos Estados Unidos e de Israel por “violarem a soberania” do país persa. O país asiático instou ainda à proteção das rotas marítimas, tendo em conta que 45% do petróleo que importa passa pelo estreito de Ormuz.

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