Segundo o Ministério da Defesa Nacional taiwanês, 16 das aeronaves entraram na Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ) de Taiwan, com atividade concentrada no Estreito de Taiwan e incursões nos setores norte, centro e sudoeste. Em resposta, Taiwan mobilizou aviões de combate, navios de guerra e sistemas de mísseis costeiros para monitorizar a situação.
O aumento da atividade aérea surge após um período invulgarmente calmo, o mais prolongado desde 2021, durante o qual as incursões da Força Aérea do Exército Popular de Libertação foram mínimas, apesar da presença naval chinesa nunca ter sido interrompida.
Analistas admitem que a retoma das operações poderá representar um regresso ao padrão habitual de pressão militar de Pequim sobre a ilha, que a China considera parte do seu território. As autoridades chinesas não comentaram oficialmente o incidente.
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O Governo taiwanês sublinhou que mantém um elevado nível de vigilância, alertando que estas ações contribuem para o agravamento das tensões na região, ainda que se enquadrem numa estratégia de pressão gradual e não num sinal imediato de conflito aberto.