A experiência, iniciada há alguns anos com projetos-piloto envolvendo milhares de trabalhadores, revelou resultados surpreendentes: a produtividade manteve-se estável, os níveis de stress diminuíram significativamente e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal melhorou.
O sucesso desta iniciativa confirma aquilo que muitos da geração Z defendem há anos, que é possível trabalhar menos sem comprometer resultados e, ao mesmo tempo, ganhar mais tempo para a família, lazer e desenvolvimento pessoal. Além de beneficiar os trabalhadores, a medida teve impactos sociais positivos, como uma maior igualdade na repartição de tarefas domésticas e maior participação dos homens nos cuidados familiares.
O modelo islandês está agora a servir de exemplo para outros países que observam com atenção os efeitos da redução da jornada laboral, provando que uma abordagem menos tradicional do trabalho pode ser sustentável, produtiva e capaz de melhorar a qualidade de vida da população.