Em março de 2023, o Mintz Group afirmou que as autoridades chinesas tinham detido cinco membros da sua equipa na sua sede em Pequim e forçado a empresa a suspender as suas operações lá.
O ministério dos Negócios Estrangeiros de Pequim declarou posteriormente que a empresa estava sob investigação por suspeitas de “operações ilegais”, mas não forneceu detalhes.
“Entendemos que os colaboradores do Mintz Group em Pequim detidos, todos cidadãos chineses, foram agora todos libertados”, disse um porta-voz do Mintz à AFP numa declaração na terça-feira. “Estamos gratos às autoridades chinesas por permitir que os nossos antigos colegas possam agora estar em casa com as suas famílias.”
Com sede em Nova Iorque, o Mintz especializa-se na realização de investigações sobre fraudes, corrupção e alegações de má conduta no local de trabalho, bem como verificações de antecedentes. A empresa emprega mais de 280 investigadores em 12 escritórios em todo o mundo, segundo o seu site.
A China visou outras empresas americanas durante a sua repressão ao setor em 2023, incluindo consultorias como a Bain & Company e a Capvision. Analistas alertaram na altura que as operações indicavam que Pequim priorizava cada vez mais as preocupações com a segurança nacional em detrimento da atração de negócios internacionais.
Plataforma com AFP