O procedimento está disponível nas universidades públicas do estado desde maio de 2023. A brasileira Myriam Marques, 60, gerente-assistente de enfermagem no ambulatório estudantil, ajudou a montar e supervisiona a equipe de quatro enfermeiros que fazem os procedimentos.
O primeiro passo da universidade foi mandar uma pesquisa aos funcionários para entender a aceitação sobre o serviço e quem estava disposto a fazer os atendimentos. Foi fácil encontrar enfermeiros, disse Marques. “Nova York é um estado muito progressista. Mais enfermeiras queriam participar do que precisávamos. Enfermeiro homem também.”
O aborto por pílula é gratuito e está disponível no ambulatório estudantil para alunos e parceiros listados como dependentes que pagam uma taxa de serviços de saúde e têm o plano da instituição. Caso um aborto cirúrgico seja necessário, a paciente é encaminhada para um provedor fora do campus.
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