O posicionamento foi expresso pelo representante de Angola na organização, Francisco José da Cruz, na reunião plenária da Assembleia-Geral da ONU, que analisou o relatório do Conselho de Segurança. Na ocasião, reafirmou a Posição Comum Africana do Consenso de Ezulwini e da Declaração de Sirte, que reiteram a necessidade de, pelo menos, dois assentos permanentes e cinco não permanentes para os Estados africanos no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Argumentou que o mundo está a tornar-se mais complexo e a mudar muito rapidamente, pelo que este órgão deve ser capaz de cumprir a sua responsabilidade primária de manutenção da paz e das seguranças internacionais.
Para o diplomata, constitui motivo de grande preocupação o facto de hoje o Conselho de Segurança se encontrar num impasse, entre os seus membros, muitas vezes, incapazes de tomar decisões e, quando o fazem, estas raramente são implementadas.
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