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Rússia divulga imagens de comandante militar considerado morto pela Ucrânia

O ministério da Defesa da Rússia divulgou, nesta terça-feira (26), imagens do comandante da Frota do Mar Negro durante uma reunião, para desmentir a alegação da Ucrânia de que o almirante Viktor Sokolov morreu na semana passada em um bombardeio na Crimeia.

Nas imagens, o almirante Sokolov aparece de uniforme militar durante uma reunião por videoconferência presidida pelo ministro da Defesa, Serguei Shoigu.

Um comunicado, que não menciona o militar por seu nome, afirma que a reunião aconteceu nesta terça-feira.

O Kremlin não respondeu às perguntas sobre o comandante nesta terça-feira e enviou os questionamentos ao Ministério da Defesa, poucos minutos antes da publicação do comunicado.

A Ucrânia bombardeou com mísseis na sexta-feira (22) a base da frota russa do Mar Negro em Sebastopol, na península anexada da Crimeia.

O exército ucraniano afirmou na segunda-feira que o ataque matou mais de 30 militares, incluindo Sokolov.

www.youtube.com/watch?v=uEqU_oiWMyg

Após a divulgação das imagens de Sokolov, as unidades de operações especiais ucranianas afirmaram que estavam tentando apurar a situação.

No Telegram, as forças especiais afirmaram que, segundo as “fontes disponíveis”, o comandante estava entre os mortos, mas que às vezes a identificação das vítimas é difícil porque os corpos ficam bastante deteriorados.

No dia do bombardeio, a Rússia informou em um primeiro momento que o ataque deixou um morto, mas pouco depois retificou a afirmação e anunciou que um militar estava desaparecido.

O bombardeio contra o quartel-general da frota russa no Mar Negro foi um duro golpe para Moscou, que sofreu recentemente vários ataques contra o porto de Sebastopol.

A península da Crimeia, anexada por Moscou em 2014, é uma posição logística chave para a ofensiva russa na Ucrânia.

A Ucrânia, que iniciou uma contraofensiva há três meses para libertar os territórios ocupados, tenta atacar a retaguarda russa para afetar as defesas e a capacidade de resistência.

Após três meses, no entanto, os avanços territoriais da Ucrânia continuam limitados.

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