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Autópsia atribui morte de Mahsa Amini a doença cerebral

As autoridades iranianas afirmaram esta sexta-feira que a morte de Mahsa Amini não foi provocada por “golpes”, mas por sequelas de uma doença, três semanas após o início das manifestações motivadas pela morte da jovem durante a sua detenção.

Detida em 13 de setembro pela polícia da moralidade em Teerão por ter infringido o estrito código sobre o uso de vestuário feminino previsto nas leis da República islâmica, em particular o uso do véu, esta curda iraniana morreu três dias mais tarde no hospital.

Diversos militantes da oposição afirmaram que foi ferida na cabeça durante a sua detenção. As autoridades iranianas desmentiram qualquer contacto físico entre a polícia e a jovem mulher e referiram que aguardavam o resultado do inquérito.

A sua morte originou protestos no país, com as mulheres iranianas na vanguarda, e ainda ações de solidariedade em várias regiões do mundo.

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