O novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Ronaldo Miguel Vieira, 51, nomeado pelo governador Rodrigo Garcia (PSDB), disse que não permitirá manifestações políticas de policiais militares da ativa, usando símbolos oficiais, e usará as diretrizes da corporação para coibi-las.
Aprovadas no ano passado, essas diretrizes preveem que o PM da ativa pode responder nas esferas cível, penal e penal militar e, ainda, na parte administrativa, se usar as redes para manifestações políticas. Na esfera administrativa, as punições podem ir de advertência até a expulsão, dependendo da gravidade do ocorrido. “Eu posso ter minha opinião [política], mas fora do quartel”.
No ano passado, o coronel Aleksander Lacerda foi retirado do comando da região de Sorocaba após ter publicado nas redes sociais críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao então governador João Doria (PSDB), além de ter convocado os seguidores para o ato bolsonarista do Sete de Setembro, em São Paulo. O policial é alvo de investigação interna e poderá ser punido.
Leia mais em Folha de S. Paulo