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“O processo está numa fase de investigação criminal, que é uma fase secreta, onde partilhamos só com os advogados, quando necessário, e está a ser feito trabalho internamente, não sendo ético da nossa parte divulgar peças ou actos processuais”, explicou o procurador-geral à Lusa, em São Tomé e Príncipe, onde assistiu à inauguração do novo edifício do Ministério Público.
“O processo está numa fase de investigação criminal, que é uma fase secreta, onde partilhamos só com os advogados, quando necessário, e está a ser feito trabalho internamente, não sendo ético da nossa parte divulgar peças ou actos processuais”, explicou o procurador-geral à Lusa, em São Tomé e Príncipe, onde assistiu à inauguração do novo edifício do Ministério Público.
Questionado sobre a demora nas investigações à empresária e filha do antigo Presidente de Angola José Eduardo dos Santos, o procurador-geral respondeu: “A morosidade em termos de resultado definitivo é, por um lado, a complexidade e grandiosidade do processo, e por ela [Isabel dos Santos] não se encontrar em Angola, isso também cria algumas dificuldades”.
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