Como resposta às alegações, o presidente checheno, Ramzan Kadyrov, não apenas disse que a perseguição ao grupo era mentira, como também afirmou que não existiam homossexuais em sua república. O assunto ganhou manchetes do mundo todo, mas pouco aconteceu —a onda de violência continuou e se estendeu até mesmo a jornalistas que escreviam sobre as perseguições.