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O cinema erótico japonês ajuda a desconfinar

Inês N. Lourenço

A novidade refrescante na reabertura do Cinema Nimas, em Lisboa, é um ciclo intitulado O Roman Porno da Nikkatsu. Filmes que não mostram tudo, mas exploram o erotismo de todas as maneiras.

Um género de cinema japonês, uma filosofia de produção, uma estratégia para levar os espectadores às salas escuras. Tudo isto cabe em duas palavras: “Roman Porno”. O termo designa uma série de filmes que o estúdio Nikkatsu, fundado em 1912, produziu no início dos anos 1970, numa altura em que a televisão começava a roubar público às salas de cinema. E, bem vistas as coisas, não é nada mal pensado, agora que à velha ameaça do pequeno ecrã se juntou uma pandemia, aceitar o convite provocador de um ciclo chamado O Roman Porno da Nikkatsu, que acaba por espelhar a intenção original desses filmes. A saber, atrair de novo as pessoas para o “desejo” do encontro com o grande ecrã.

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