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O diretor do Festival Internacional de Cinema garante que há liberdade na programação, apesar de condicionada. Mike Goodridge assume que gostaria de trazer filmes e artistas censurados. No balanço da última edição, mostra-se satisfeito e pede tempo para que o evento cumpra o objetivo de ser um intermediário entre as indústrias da China e do ocidente.
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Catarina Brites Soares 04.01.2019