Entre as prioridades definidas pela nova direcção está o reforço da formação profissional dos jornalistas, numa altura marcada por profundas transformações tecnológicas. A AIPIM pretende promover acções de formação em diversas áreas, com destaque para a integração da inteligência artificial na actividade jornalística.
De acordo com o plano aprovado, a associação vai igualmente procurar aprofundar os canais de diálogo com as autoridades e a sociedade civil, com o objectivo de contribuir para a melhoria das condições de exercício da profissão e do acesso à informação.
A AIPIM defende a manutenção de um diálogo “transparente, permanente, ético e institucional” com o Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) e as restantes entidades públicas. A associação considera ainda que deve existir uma relação “fluida e aberta” entre o Governo e os órgãos de comunicação social.
Leia mais: Mais jornalistas lusófonos no futuro da AIPIM
O documento aprovado sublinha também que o estatuto dos jornalistas e dos profissionais da comunicação social deve ser “plenamente respeitado e cumprido”.
Além de Gilberto Lopes, integram os novos órgãos sociais da AIPIM José Carlos Matias, Paulo Rego, Ricardo Pinto, José Miguel Encarnação, André Jegundo, Nelson Moura e Maria Cheang, entre outros.