Trump abordou “em múltiplas ocasiões” a questão das receitas que o Irão obtém da China através da venda de hidrocarbonetos, bem como de bens de uso tanto civil como militar, de acordo com a mesma fonte, citada pela agência francesa AFP.
“Espero que esta conversa continue (…). Espero que o Presidente faça pressão”, como tem feito durante as suas últimas conversas com o líder chinês, disse o responsável, que falou aos jornalistas sob anonimato.
A questão das recentes sanções adotadas pelos Estados Unidos contra a China em relação à guerra no Irão também deverá ser abordada, acrescentou.
O comércio, os direitos aduaneiros e a Inteligência Artificial também estarão na agenda das discussões desta visita, que decorrerá de quarta a sexta-feira, anunciou a Casa Branca.
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Trump chegará a Pequim na quarta-feira (13) à noite, precisou à imprensa Anna Kelly, porta-voz adjunta da Casa Branca. Uma cerimónia de boas-vindas e uma reunião bilateral com Xi Jinping terão lugar na quinta-feira de manhã, seguidas de uma visita ao Templo do Céu, um complexo de templos taoistas em Pequim, na tarde desse dia, e um banquete de Estado à noite, detalhou a representante.
Os dois presidentes terão também um almoço de trabalho na sexta-feira, antes de Donald Trump regressar a Washington. Esta visita será uma oportunidade para “reequilibrar a relação com a China e dar prioridade à reciprocidade e à equidade para restaurar a independência económica americana”, declarou ainda Anna Kelly.