Segundo o centro de operações de emergência do Ministério da Saúde do Líbano, os ataques provocaram dezenas de mortos e feridos, além de uma forte pressão sobre os hospitais, especialmente nas zonas mais atingidas pelos bombardeamentos.
As Forças Armadas de Israel confirmaram a ofensiva, que designaram por operação “Escuridão Eterna”, afirmando que teve como objetivo cerca de uma centena de centros de comando do Hezbollah e outras infraestruturas militares.
De acordo com o exército israelita, os ataques concentraram-se em várias áreas estratégicas, incluindo Beirute, o Vale do Bekaa e o sul do país, regiões onde o Hezbollah mantém presença significativa.
Leia mais: Um morto, dois feridos: ataque terrorista abalou consulado de Israel na Turquia
A ofensiva ocorreu apesar do entendimento alcançado para uma pausa nas hostilidades, levantando dúvidas quanto à extensão e ao cumprimento efetivo do cessar-fogo anunciado, bem como receios de uma nova escalada regional.
As autoridades libanesas condenaram os ataques, enquanto a comunidade internacional acompanha com preocupação a evolução da situação no terreno, num contexto de elevada instabilidade no Médio Oriente.