Dormir sete ou oito horas seguidas durante vários dias consecutivos e ainda assim não consegue acordar descansada? Esta indagação é mais comum do que possa pensar e não é a única que vive neste permanente estado de exaustão. “Infelizmente a quantidade não é qualidade”, responde, de imediato, a pneumologista e especialista em Medicina do Sono Vânia Caldeira.
Em declarações a propósito do dia Mundial do Sono, que se assinala nesta sexta-feira, 13 de março, a médica vinca que “existem muitas doenças que podem impactar negativamente a normal estrutura e qualidade do sono, diminuindo a proporção de sono profundo ou aumentando os despertares e a fragmentação do sono”. Entre elas, a especialista destaca “a apneia do sono, a ocorrência de paragens respiratórias durante o sono, particularmente prevalente na menopausa e que faz com que as mulheres acordem sempre cansadas, com dores de cabeça frequentes, com dificuldades de atenção e memória ou alterações do humor”.