“Estou certo de que Taiwan será um tema de conversa. Sempre o é”, respondeu Rubio às perguntas de jornalistas sobre a visita de Trump à China durante uma conferência de imprensa na Casa Branca.
O chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, também alertou hoje contra qualquer iniciativa “desestabilizadora” em relação a Taiwan, pouco antes de uma viagem do presidente Donald Trump à China.
“Não precisamos que ocorram ações desestabilizadoras em relação a Taiwan”, afirmou na conferência de imprensa na Casa Branca. Donald Trump viajará para Pequim nos dias 14 e 15 de maio, e deverá encontrar-se com o seu homólogo chinês Xi Jinping.
Até agora, Washington e Pequim parecem decididos a que a guerra contra o Irão, um país parceiro da China, não venha a perturbar esta visita de Estado.
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O presidente americano considerou na segunda-feira que Xi Jinping mostrava-se “muito respeitoso” para com os Estados Unidos em relação ao conflito no Irão, qualificando o seu homólogo de “tipo formidável”.
Donald Trump, no entanto, tinha insinuado recentemente, de forma enigmática, que a China poderia ter ajudado o Irão a reconstituir o seu armamento.
Pequim é um parceiro comercial e estratégico de Teerão. Mais de 80% das exportações de petróleo iraniano destinavam-se, por exemplo, à China antes da guerra, segundo a empresa de análise Kpler. O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, é aliás esperado na China hoje.