Segundo um comunicado, a ideia é proporcionar oportunidades a personalidades artísticas e organizações locais.
“Ao longo dos anos, o FAM tem procurado incentivar o desenvolvimento das artes locais e disponibilizar uma plataforma de qualidade para a apresentação e o intercâmbio das artes performativas em Macau”, descreve o IC numa nota.
Pretende-se, com o FAM, “expandir a plataforma de exibição das artes performativas locais e incorporar mais trabalhos criativos com características locais”.
Para a edição deste ano, o tema é “Encontro Cultural na Rota Marítima da Seda”, convidando-se os participantes a “inspirarem-se no património cultural único de Macau”, para apresentar obras centradas no território ou “que incorporem elementos específicos da cidade, como a arquitetura histórica, figuras notáveis, locais e contos populares, explorando o encanto distinto da cidade”.
As propostas a concurso devem integrar-se em duas categorias, nomeadamente “Programas Individuais”, que incorpora “todos os géneros de espetáculos, como teatro, ópera cantonense, dança, espetáculos infantis e artes performativas multimédia”. Nesta categoria, o IC encoraja “a inovação e avanços criativos na criação artística”.
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