A fatura está cada vez mais pesada e para a história fica a fama que outrora Portugal envergou de ser um destino bom e barato. O prestígio que ultrapassou fronteiras nos últimos anos e atraiu visitantes do outro lado do Atlântico traduziu-se numa afluência recorde de turistas e também no incremento da conta final dos vários serviços alocados à atividade turística, incluindo o alojamento.
Nunca foi tão caro fazer turismo no país e, pela primeira vez, o preço médio por noite não só atingiu como superou a fasquia dos 200 euros. O Algarve foi o recordista no ranking nacional em agosto com um rendimento médio por quarto ocupado (ADR) de 205,7 euros por noite, o que representa uma subida de 6% face ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Este indicador é medido através da relação entre os proveitos de aposento – que respeitam apenas às receitas amealhadas pelos alojamentos turísticos com as dormidas – e o número de quartos ocupados em determinado período. É a primeira vez que, em média, esta tarifa chega à casa das duas centenas de euros.
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