Dez dias depois de Joe Biden abandonar a recandidatura à presidência dos Estados Unidos e passar o testemunho a Kamala Harris, um grupo de 100 investidores de capital de risco criou o movimento “VCs for Kamala.” Incluindo luminários de Silicon Valley como Mark Cuban, Reid Hoffman e Vinod Khosla, o grupo comprometeu-se a votar na candidata democrata, a doar fundos à sua campanha e a recrutar apoios para a sua eleição.
“Acreditamos que instituições fortes e de confiança são uma característica e não um problema, e que a nossa indústria – e quaisquer outras – colapsaria sem elas”, escreveu o grupo na sua carta de compromisso. “É isso que está em causa nesta eleição. Tudo o resto podemos resolver através de diálogo construtivo com líderes e instituições políticas abertas a conversarem connosco.”
A tomada de posição deste grupo de investidores, que entretanto cresceu para 700, foi uma resposta ao que vinha acontecendo em Silicon Valley nos meses anteriores à entrada de Kamala Harris na corrida: vários nomes sonantes tinham afirmado publicamente o seu apoio a Donald Trump e injetado milhões de euros na campanha republicana.
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