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A denúncia foi feita pela diretora executiva do Centro Padre Alves Correia (CEPAC), uma instituição da Igreja, segundo a qual os menores tiveram motivaçoes xenófobas e racistas.
“O filho de uma senhora acompanhada pelo CEPAC, que tem nove anos, e que é uma criança nepalesa, foi vítima de linchamento no contexto escolar por parte dos colegas. Foi filmado e divulgado nos grupos do WhatsApp das crianças”, revelou Ana Mansoa.
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