Conheça os destaques desta semana do PLATAFORMA

por Gonçalo Lopes

PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau

Analistas da indústria de jogo destacam que as receitas dos casinos em 2023 bateram as previsões mais otimistas. Acreditam que o crescimento continua em 2024, mas sem ajuda do setor VIP, que terá ainda mais dificuldades em se afirmar. O mercado de massas permite maior retenção das receitas e pode até ultrapassar os números de 2019 já este ano. Contudo, alertam que o potencial do novo modelo está a ser “estrangulado“ pela falta de infraestruturas

Manchete: Crescimento “estrangulado” e com teto “deliberado”, mas “viável”

Outros destaques nesta edição:

Paulo Rego – Escreve esta semana sobre os discursos de fim de ano, quer de Xi Jinping, quer do Chefe do Executivo de Macau, que não trazem grandes novidades.

SinaisMuito ligados ao umbigo

O Governo está empenhado em tornar Macau numa “cidade de espetáculo”. Há mais cidades na China, inclusive na Grande Baía, que seguem o mesmo caminho, pelo que a criação de marcas únicas se torna crucial. Membros de conselhos cultivos da cultura e economia acreditam que é preciso capitalizar da identidade sino-lusófona e integrar os artistas locais nos espetáculos mais comerciais e populares para catapultar os talentos de Macau

Destaque: Atraso de nova Lei das Telecomunicações prejudica consumidores

Especialistas apontam que os atrasos sucessivos em avançar com uma nova Lei das Telecomunicações têm adiado o desenvolvimento de Macau como uma “cidade inteligente”. O atraso permite também a manutenção do ‘status quo’ da CTM como operadora dominante, e um nível de concorrência que não permite aos residentes usufruir de tarifas mais baixas

Destaque: Macau e Brasil debaixo da “almofada chinesa” Portugal e PALOP “na expetativa”

Portugal e os PALOP permanecem na expetativa dos desfechos na Ucrânia e em Gaza. Têm, portanto, planos económicos “em standby” e “esperam pelos próximos capítulos”. Macau e Brasil são os menos afetados e “podem olhar para 2024 com bons olhos”, vaticina Carlos Calado. O analista financeiro explica: “O principal alicerce financeiro dos dois é uma das principais economias mundiais, a chinesa”

Leia a edição anterior do PLATAFORMA

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