Os bombardeamentos podem ser diários na Faixa de Gaza, que mede 41 quilómetros de comprimento por 12 de largura, mas 83 dias depois do ataque terrorista do Hamas contra Israel, o conflito é cada vez mais regional. “Estamos numa guerra de frentes múltiplas”, avisou o ministro da Defesa israelita, Yoav Gallant, numa audição na comissão de Defesa e Negócios Estrangeiros do Knesset.
“Estamos a ser atacados a partir de sete frentes – Gaza, Líbano, Síria, Judeia e Samaria [o nome que os israelitas dão à Cisjordânia ocupada], Iraque, Iémen e Irão”, acrescentou o ministro, dizendo que Israel “já respondeu e atuou em seis dessas frentes”. Um recado para o Irão, que com o seu financiamento e armas está por detrás de muita da desestabilização regional, apesar de Teerão ainda não ter entrado diretamente no conflito.
Leia mais em Diário de Notícias