“Imbrochável, imbrochável, imbrochável”, gritou Jair Bolsonaro, em coro com uma multidão de apoiantes, durante o 7 de setembro de 2022, que comemorou 200 anos de independência do Brasil. Com Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República de Portugal, ao lado, o então presidente, além de louvar a sua suposta potência sexual, ainda fez, mesmo “vestido” de chefe de Estado, um discurso de campanha eleitoral.
Um ano depois, não houve Bolsonaro – houve Lula da Silva, vencedor daquelas eleições. Não houve Marcelo – houve, apenas, a presença de autoridades locais. Não houve discurso – houve comunicação de Lula ao país na véspera. Nem houve campanha eleitoral ou ataques aos demais poderes – houve o sóbrio slogan “Democracia, Soberania e União”. De um ano para o outro – de um presidente para o outro – houve, pois, muitas diferenças na celebração de um dos feriados mais importantes do calendário brasileiro.
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