Oleksii Reznikov reconheceu “não agradar a ninguém” uma fuga de informação deste tipo, mas acrescentou ser “também necessário analisar com lupa” os alegados documentos que foram divulgados, assegurando que contêm “muitos dados que não são verdadeitos” e outros que “não correspondem à realidade, que já não são atuais”.
“Podemos dizer que é uma mistura de verdade e não verdade. Suponho que foi uma ação realizada de propósito, que eu designo operação psicológica especial. É evidente que o beneficiário desta operação é a Rússia e os seus aliados e simpatizantes. O objetivo de toda esta operação é baixar o nível de confiança entre os aliados em relação aos Estados Unidos”, afirmou Oleksii Reznikov, numa conferência de imprensa em Madrid, segundo a tradução para espanhol das suas declarações por uma intérprete.
O ministro ucraniano disse ter a certeza de que os Estados Unidos “farão o todo o possível para anular o alcance” desta fuga de informação, para determinar a sua origem e para evitar que “este tipo de situação se repita no futuro”.
“Apesar de todas estas fugas”, Kiev tem “plena confiança” nos aliados norte-americanos, disse Oleksii Reznikov, que sublinhou que mantém uma “relação direta” com o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin.
Leia mais em Jornal de Notícias