“Nunca digo nunca”. Michelle Bolsonaro admite ir a votos

por Gonçalo Lopes

“Este momento é de influenciar, mas acho que a gente não deve falar ‘nunca’, né?”, disse Michelle Bolsonaro, quando questionada se equacionava candidatar-se à Presidência da República em 2026, hipótese avançada pela imprensa nas últimas semanas. A ex-primeira-dama do Brasil, no entanto, diz que por agora vai “andar por todo o Brasil” para “mapear mulheres com aptidão e vontade de se filiar ao PL”, o partido dela e do marido, Jair Bolsonaro.

“No momento, eu quero viver esse novo ciclo do PL, juntamente com a minha coordenadora e fazer o melhor para as nossas mulheres do Brasil. Se eu sou essa pessoa que posso inspirar, vou fazer de tudo para poder captar esses talentos pelo Brasil”, disse, durante a tomada de posse como presidente do PL Mulher – uma tomada de posse prevista para o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, mas adiada devido ao escândalo das joias no valor de 16 milhões de reais recebidas pelo casal presidencial do governo da Arábia Saudita e não declaradas na Alfândega.

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Michelle, evangélica, ironizou a polémica, com alusão à Bíblia. “Em provérbios 31:10 diz que mulher virtuosa é mais preciosa do que pedras preciosas e, hoje, a única joia aqui presente são vocês, mulheres que inspiram, que fazem a diferença, que trabalham na promoção do ser humano.”

Sobre eventual apoio de Bolsonaro à sua entrada na política, Michelle afirmou que vai conversar pessoalmente com o marido. “Mas eu tenho muita liberdade com ele para poder trilhar os meus caminhos, ele é um marido que sempre me apoiou, que sempre me apoia e a gente não tem ego entre nós dois, eu entendo o papel dele e ele entende o meu.”

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