País descarta sistema de defesa antimíssil e admite empregar força vetada pela Constituição
Alarmado com a ascensão da China, uma Coreia do Norte imprevisível e a pouca confiança que Donald Trump inspira, o Japão deu mais um passo para retomar sua capacidade militar ofensiva.
Na sexta (26), o Conselho Nacional de Segurança do país enterrou os planos para instalar em dois pontos de sua maior ilha, Honshu, o sistema antimísseis americano Aegis Ashore.
A decisão decorre de revisão de custos e das queixas de moradores de cidades próximas, tornadas alvos óbvios, mas tem uma implicação estratégica maior.
O primeiro-ministro Shinzo Abe afirmou que, como opção, o Japão estuda se armar com mísseis capazes de atacar bases de países inimigos antes que elas lancem seus foguetes.
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