O PT, que é liderado pelo atual Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, encerrou hoje (27) o seu Congresso Nacional, com a aprovação de um manifesto, que elenca um conjunto de reformas como a política, eleitoral, fiscal, administrativa, tecnológica, judicial, agrária e nas comunicações para “proibir monopólios”.
O destaque vai para a reforma judicial, tendo em vista estabelecer “mecanismos de autorregulação e fortalecer o Estado de Direito” para promover a “democratização” dos tribunais, segundo o documento.
“Estas reformas estruturais formam o núcleo estratégico do projeto nacional, consolidam o caminho que o Brasil já começou a trilhar […] e implicam a continuidade das políticas públicas vigentes”, lê-se no manifesto.
O partido reafirmou também o seu compromisso com a construção de um projeto histórico que “transcenda as limitações do capitalismo brasileiro e devolva à política a sua capacidade de transformar a realidade”.
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A direção do PT esteve reunida desde sexta-feira para definir o programa preliminar que vai apresentar nas eleições Presidenciais de outubro, vistas como um novo confronto entre Lula da Silva e o “bolsonarismo”, agora representado por Flávio Bolsonaro, o filho mais velho do antigo Presidente Jair Bolsonaro, impedido de exercer cargos públicos, após ter sido condenado pela tentativa de golpe de Estado.
Este programa assenta em três pilares: reconstruir o papel do Estado como motor do desenvolvimento, promover o crescimento económico e impulsionar a transição tecnológica e ambiental.