"Seria um absurdo cívico" deixar de evocar o 25 de Abril, defende Marcelo - Plataforma Media

“Seria um absurdo cívico” deixar de evocar o 25 de Abril, defende Marcelo

O Presidente da República defendeu, este sábado, que num tempo difícil para Portugal “deixar de evocar o 25 de abril no tempo em que ele, porventura, mais está a ser posto à prova, seria um absurdo cívico”. No discurso de encerramento da sessão solene comemorativa da Revolução de 1974, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que isso seria mesmo “um mau sinal, um péssimo sinal, de falta de unidade no essencial”.

Lembrando os tempos difíceis vividos no país e no mundo, Marcelo considerou ainda que “o que seria verdadeiramente incompreensível e civicamente vergonhoso era haver todo um país a viver este tempo de sacrifícios e entrega e a Assembleia da República demitir-se de todos os seus poderes, mais do que nunca imprescindíveis”.

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