Segundo a associação, a estimativa atual de prejuízos indemnizáveis ronda os 983 milhões de euros, mas tudo indica que o montante final ultrapassará a fasquia dos mil milhões. Até agora, já foram pagos ou adiantados mais de 300 milhões de euros aos lesados.
Os dados foram divulgados no mesmo dia em que António José Seguro iniciou uma presidência aberta na região, com o objetivo de avaliar no terreno a resposta do Estado às consequências da calamidade climática.
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As seguradoras receberam cerca de 185 mil participações de sinistro, das quais aproximadamente metade já se encontram resolvidas ou com pagamentos adiantados. A APS indica ainda que cerca de 50% dos prejuízos registados em habitações já foram indemnizados.
Leiria, Marinha Grande e Pombal concentram o maior número de sinistros e os valores mais elevados de prejuízos cobertos por seguro. Face às críticas quanto à demora nos pagamentos, a associação sublinha que o setor mantém o compromisso de acelerar os processos, lembrando, contudo, que existem procedimentos legais e contratuais obrigatórios a cumprir para garantir a correção das indemnizações.