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Em comunicado, a Associação Portuguesa de Transportadores em Automóveis Descaracterizados (APTAD) adianta que “a paragem está a acelerar”, sendo que, “nos 57% [de veículos] que trabalham a combustão, a paragem é forte”.
“Só é mascarada pelos veículos elétricos, que são 43% da frota”, acrescenta a associação, adiantando à Lusa terem sido 1500 os veículos que pararam este mês nas duas maiores cidades, por não ser opção “trabalhar para perder dinheiro”.