De acordo com uma nota do Ministério das Relações Exteriores, enviada ao JA Online, as preocupações levantadas pelos cidadãos são legítimas, uma vez que “a autenticação de documentos constitui um serviço público essencial, com impacto directo na vida académica, profissional, migratória, comercial e administrativa” e “qualquer perturbação prolongada nesses serviços geram constrangimentos reais, razão pela qual o tema merece esclarecimento responsável e transparente”.
Por esse motivo, esclarece que a situação “não se trata de uma paralisação, mas de uma limitação considerável que resulta de intervenções técnicas profundas e inadiáveis no sistema de autenticação”, originada por necessidades de reforço de segurança, integridade e fiabilidade dos processos em alinhamento com padrões internacionais de validação documental.
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