Durov alertou que a legislação poderia transformar Espanha num “Estado de vigilância”, devido à verificação obrigatória de idade, e que responsabilizar os executivos das plataformas levaria à censura excessiva, silenciando opiniões e informação legítima.
O governo espanhol respondeu, acusando Durov de “espalhar desinformação” e de tentar minar a confiança nas instituições democráticas. Fontes oficiais sublinharam que a intervenção do empresário estrangeiro demonstra a necessidade de regulamentar redes sociais e aplicações de mensagens.
O episódio acontece num contexto de crescente atrito entre autoridades europeias e gigantes tecnológicos, com vários países a considerar regras mais rigorosas para proteger menores e controlar conteúdos online prejudiciais.