Vários Estados membros manifestaram apoio à medida, considerando-a a opção mais viável e realista para responder às crescentes necessidades económicas e militares de Kiev. A proposta enfrenta resistência de países que detêm a maior parte dos ativos, por temerem consequências jurídicas e financeiras caso a Rússia venha a recuperar os bens.
As discussões sobre o plano intensificam-se com vista à cimeira da UE marcada para 18 de dezembro, onde os líderes europeus deverão decidir se implementam o empréstimo de reparação ou se recorrem a um financiamento tradicional. A medida poderia ser implementada já no primeiro semestre de 2026, oferecendo à Ucrânia um alívio financeiro imediato e reforçando a pressão sobre Moscovo.