Autoridades venezuelanas, na esperança de acabar com o confronto do país com os Estados Unidos, ofereceram ao governo de Donald Trump uma participação dominante no petróleo e em outras riquezas minerais da Venezuela em discussões que duraram meses, segundo várias pessoas próximas às negociações.
A ampla oferta permaneceu na mesa enquanto o governo Trump chamava ao regime do ditador Nicolás Maduro, da Venezuela, de “cartel narco-terrorista”, acumulava navios de guerra no Caribe e começava a explodir barcos que, segundo autoridades americanas, transportavam drogas da Venezuela.
Em um acordo discutido entre um alto funcionário dos EUA e os principais assessores de Maduro, o venezuelano ofereceu abrir todos os projetos de petróleo e ouro existentes e futuros para empresas americanas e dar contratos preferenciais a elas.
Além de reverter o fluxo de exportações de petróleo venezuelano da China para os Estados Unidos e reduzir os contratos de energia e mineração de seu país com empresas chinesas, iranianas e russas.
O governo Trump acabou rejeitando as concessões econômicas de Maduro e cortou a diplomacia com a Venezuela na semana passada. A medida efetivamente matou o acordo, pelo menos por enquanto, disseram as pessoas próximas à discussão.
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