Camões continua vivo nos países lusófonos, onde é herói, mito e também símbolo de um imperialismo, mas reconhecido por quem o ama e odeia e presente nas estantes, nas mochilas escolares, nas letras de fados ou canções hip-hop.
Os escritores de língua portuguesa reconhecem o génio de Camões, do Minho a Timor, embora o poeta não tenha o mesmo destaque em todos estes Estados, outrora portugueses.
“Camões é entendido como um grande poeta, um grande escritor e, ao mesmo tempo, um aventureiro na vida e na própria literatura”, diz à Lusa o escritor angolano Jorge Arrimar, um confesso admirador deste “poeta intemporal”.
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