A decisão foi anunciada esta semana pelo secretário para os Transportes e Obras Públicas, durante uma sessão de perguntas e respostas na Assembleia Legislativa.
De acordo com o Raimundo do Rosário, mantem-se em curso o plano para a construção de 5.700 novas unidades de habitação pública, prevendo-se que a sua construção seja iniciada até final do ano. No último dia de candidaturas, foram recebidas mais de 6.300 candidaturas – contra um total de 5.415 unidades em disputa. “Como não temos a certeza de quanto tempo o arrefecimento da procura vai continuar, o Governo não tem nesta altura nenhum plano para lançar concursos regulares para habitação pública”, esclareceu o governante.
Nesse contexto, confirmou que o arrefecimento da procura levou as autoridades a congelarem cinco novos empreendimentos que estavam já previstos; identificados como A13, B14, B15, B16 e B17.
A suspensão dos projetos habitacionais ocorre após a decisão do Governo de preparar 411 novas unidades para serem arrendadas. Entretanto, foram também suspensos os planos para a construção de um conjunto habitacional da chamada classe sanduíche.
Esta adaptabilidade ao mercado não é nada de novo, defendeu o secretário; adiantando que pode voltar novamente a acontecer no futuro.